O que está dentro do teu colchão: as camadas explicadas
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Um colchão parece uma peça só, mas são várias camadas empilhadas, cada uma com uma função. Se percebes o que cada uma faz, escolhes melhor. Explico-te.
A base: suporte
É a camada que aguenta o peso e mantém a coluna alinhada. Pode ser de molas ensacadas — molas independentes, cada uma no seu saco de tecido, que se movem sozinhas — ou de espuma de alta resiliência (HR), mais densa e firme. Num colchão de casal, as molas ensacadas ajudam a que não sintas o teu par a mexer.
O meio: conforto e adaptação
Por cima do suporte entram as camadas de conforto. A viscoelástica molda-se ao corpo e alivia pontos de pressão — boa para os ombros e a anca se dormes de lado. A alta resiliência responde mais depressa e dá a sensação de flutuar em vez de afundar.
Nem todos os colchões levam viscoelástica. O Takumi leva; o Mizu não. Não é melhor nem pior — é a sensação que muda.

O topo: o que tocas
A camada de cima é o acolchoado do tecido, cosido em pesponto. É onde o toque acontece e onde o tecido ajuda a regular a temperatura. Se aqueces à noite, este pormenor conta mais do que parece.
Como isto se traduz na tua escolha
Se tens dores lombares e dormes de costas, costumo sugerir mais firmeza e uma boa camada viscoelástica — o Hisui encaixa aqui. Se dormes de lado, precisas de adaptação nos ombros e na anca. Se partilhas a cama, as molas ensacadas fazem diferença real.
"O corpo decide. Podes ler tudo sobre camadas, mas são as tuas 100 noites de teste que confirmam."
— Ana Cristina, Conselheira do Sono
Se tens dor crónica, fala também com o teu médico — o colchão ajuda, mas não substitui avaliação clínica. Queres cruzar isto com o teu caso? Faz o quiz do colchão ou lê o guia completo.